domingo, 24 de maio de 2009

Eu espero o fim do ano todos os dias, mas depois que vejo como esse dia está longe penso nos fins de semana e depois penso nos sábados, já que esses estão mais pertos que os domingos. O sábado foi interessante, dia de fórmulas, pizzas, amigos, jogos de baralho, trava línguas, matemática, chuva, frio e sanduíches.
Depois do simulado ficamos esperando a Brenda que é a pessoa que mais demora pra fazer uma prova. Espera frustrada.
Casa da Mariana, ainda em Belém, mas TÃO longe que parecia em outra cidade. Falando em cidade, Belém é a mais louca cidade do mundo. O calor era tanto, mas tanto que se via miragens no asfalto.
Entramos no condomínio com uma sacola imensa da Riachuelo cheia de mantimentos, breados como estivadores, andamos como condenados. Depois que chegamos lá na casa encontramos uma piscina, que chamava todos com sua água gelada e refrescante. Ninguém tinha roupa de banho e todos estavam de calça jeans.
Resolvemos comer as pizzas preparadas por Heloíza (massa), Flávia (cobertura) e Mariana que picotou bacon como ninguém. Estavam uma delícia e eu comi mais do que o normal.
Depois fomos brincar de baralho, numa brincadeira louca onde meninos se dão mal por não possuir visão periférica comparável à visão periférica das mulheres. Resultado: bebi um litro de água, teve gente que comeu pimenta e gente que bebeu vinagre. Tudo isso ao som de Amy Winehouse porre.
Como eu disse, Belém é a cidade mais estranha do mundo e depois disso o céu começou a fechar e o vento começou a fazer as coisas voarem. A chuva caiu... Que chuva.
Sou um rain shower lover e não me aguentei. Mesmo de calça jeans tendo que voltar de ônibus depois. Quando vi estávamos todos na piscina tremendo de frio, brigando com o nosso sistema imunológico e tremendo de frio de novo.
A Mariana maricona não aguentou e saiu das piscina.
Depois que o frio passou a fome voltou e nós fomos comer e depois fomos embora por que a Raquel, a secretária perversa, tinha que ir embora e não podia nos deixar sozinhos. A mãe da Mariana tinha medo que rolasse uma american party ou suruba (sendo que eu era o único menino, ou seja, teria que ter rodízio).
Fomos pra parada e ficamos dançando quadrilha pra espantar o frio que parecia mais frio de roupas molhadas. Estávamos dançando na segunda maior Avenida da cidade e todos as pessoas que passavam nos carros, ônibus e transportes alternativos ficavam olhando pra nós: uma menina de cabelo azul e vermelho, uma menina com uma bolsa laranja pendurada na cabeça e um menino hiperativo por causa do café. A gente nem ligou e se divertiu.
Dia cansativo e interessante, a brende me viu olhando coisas que meninos olham e me encarnou, a gente se trocou com uma pirralha que não queria sair da piscina, fizemos mímicas de dança na beira da piscina e aprendemos várias brincadeiras anti-intediantes. Sábado supimpa, maneiro, só a polpita de la bacabita.

Um comentário:

  1. Me destes uma mega invejinha.


    A mãe da Mariana tinha medo que rolasse uma american party ou suruba (sendo que eu era o único menino, ou seja, teria que ter rodízio).


    Sonho com uma festa dessas, hihi.
    Te amo, tô com saudades.

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